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Ilustração de chamada recebida no smartphone, tema confiança e identificação de chamadas.
por Maria Gabriela

Selo de Confiança nas Chamadas: A Vono e a implementação do protocolo anti-spam (STIR/SHAKEN)

O Brasil lidera o ranking mundial de chamadas indesejadas há anos. Infelizmente, esse excesso de spam e fraudes destruiu a confiança do consumidor. Atualmente, os gestores enfrentam um cenário difícil, pois os clientes criaram hábitos de desconfiança em relação a números desconhecidos — e muitas vezes deixam de atender justamente quando a ligação é legítima.

Por que a confiança virou prioridade na operação

Quando o consumidor não sabe se pode confiar no número que aparece na tela, cai a taxa de atendimento e sobe o custo de cada contato bem-sucedido. Para empresas que dependem da voz para vender, cobrar ou prestar suporte, isso vira perda direta de receita.

O que é STIR/SHAKEN (em linguagem de gestão)

STIR/SHAKEN é um conjunto de normas e protocolos que ajudam a comprovar a origem de uma chamada antes dela chegar ao destino. Na prática, reduz a chance de números serem usados indevidamente e dá ao destinatário mais sinais de que a ligação veio de uma operadora e de um tronco coerente com a identidade apresentada.

O “selo” na experiência do cliente

Na Vono, a implementação do protocolo anti-spam entra como camada de confiança nas chamadas: o objetivo é que ligações legítimas da sua operação não sejam confundidas com spam e que padrões suspeitos sejam tratados com políticas claras de rede.

Isso complementa outras frentes da operação — como filtragem na borda, políticas de discagem e boas práticas de cadastro de números — para que o time comercial e o suporte recuperem previsibilidade no canal de voz.

O que o gestor pode acompanhar

  • Taxa de atendimento em números de campanha e URA;
  • Reclamações ligadas a “número desconhecido” ou “possível fraude” no visor;
  • Conversão pós-ligação (retorno, agendamento, venda) após endurecer a autenticação de chamadas.

Combinar identidade de chamada, políticas antifraude e uma operação bem dimensionada é o caminho para o canal de voz voltar a ser um ativo de receita — e não um gargalo.

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